domingo, 2 de setembro de 2007

Mágoa

Ainda me espanto com a falsidade das pessoas, com a maldade que delas emana, da vileza que grassa na sociedade actual. Talvez seja uma ingénua, mas não consigo entender a motivação que leva alguém a destruir a reputação, o bem estar, a paz, a calma de outrém pelo simples prazer de magoar, de espezinhar, de humilhar, enfim de ser racionalmente perverso na irracionalidade do pensar, agir e difundir.

Ah, como eu gosto da minha concha, do meu refúgio em mim. Deixem-me estar no meu canto.

Observem o vosso interior, o vosso "eu", envergonhem-se e pensem. Será que a cobardia de atacar nas sombras, de dizimar sonhos pela prepotência, de julgar-se com poder e condenar é assim tão embriagante?

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